
“Células-tronco no joelho” se tornou uma expressão cada vez mais comum entre pacientes que convivem com artrose, dor crônica e perda de função e procuram alternativas antes de considerar uma cirurgia.
A ideia parece simples: retirar células do próprio organismo, aplicá-las no joelho e estimular uma regeneração da articulação.
Na prática, porém, o assunto é muito mais complexo.
Existem diferentes fontes celulares, diferentes formas de preparo, diferentes graus de manipulação e protocolos que não podem ser colocados dentro de uma única categoria chamada simplesmente de “tratamento com células-tronco”.
Além disso, apesar de existirem estudos clínicos promissores, ainda há grande variação entre os resultados. Uma revisão sistemática de 25 estudos randomizados publicada em 2024 encontrou sinais de redução da dor com terapias de células estromais mesenquimais, mas classificou boa parte da evidência como incerta devido à heterogeneidade dos estudos e ao risco de viés.
Por isso, a pergunta mais útil não é apenas:
“Células-tronco funcionam?”
Mas:
“Qual produto celular está sendo utilizado, para qual doença, em qual paciente e com qual nível de evidência?”
O que são células-tronco?
Células-tronco são células capazes de dar origem a outros tipos celulares e participar de processos biológicos importantes.
Na ortopedia, grande parte das pesquisas se concentra nas chamadas células estromais ou mesenquimais, encontradas em diferentes tecidos, incluindo medula óssea e tecido adiposo.
O interesse científico não está apenas em sua capacidade de diferenciação.
Essas células também liberam moléculas sinalizadoras que podem influenciar processos relacionados a inflamação, comunicação celular e reparo tecidual.
Por isso, atualmente, muitos pesquisadores consideram que parte relevante do possível efeito dessas terapias pode estar relacionada mais à modulação do ambiente biológico do que à transformação direta das células aplicadas em uma nova cartilagem.
Isso é muito diferente de imaginar que as células simplesmente chegam ao joelho e “constroem uma articulação nova”.
Células-tronco conseguem regenerar a cartilagem do joelho?
Essa é provavelmente a dúvida mais importante.
Hoje, não é adequado afirmar que uma aplicação de células-tronco reconstrói completamente a cartilagem perdida pela artrose.
Existem estudos avaliando alterações estruturais por ressonância e outros métodos, mas os resultados são inconsistentes e ainda não demonstram de forma robusta uma regeneração capaz de devolver uma articulação com artrose ao estado normal.
Revisões recentes mostram que alguns produtos celulares podem estar associados a melhora de dor e função, mas as evidências estruturais de modificação da doença continuam limitadas.
Portanto, frases como:
“cria cartilagem nova”;
“cura a artrose”;
“faz o joelho voltar a ser jovem”;
“evita definitivamente uma prótese”;
não correspondem ao que pode ser garantido pela ciência atualmente.
O resultado clínico mais estudado continua sendo melhora de sintomas e função, e não a formação de um joelho completamente novo.
Então células-tronco no joelho funcionam?
A resposta precisa ser equilibrada.
Existem ensaios clínicos nos quais determinados produtos derivados de células mesenquimais apresentaram melhora de dor e função em pacientes com osteoartrite do joelho.
Uma meta-análise publicada em 2025, com oito ensaios randomizados e 502 pacientes, encontrou melhora em escalas de dor e função em determinados períodos de acompanhamento.
Por outro lado, outra revisão rigorosa envolvendo 25 estudos randomizados considerou a certeza das evidências ainda limitada ou incerta em várias comparações.
Isso aparentemente contraditório é justamente uma das características atuais dessa área.
Os estudos utilizam:
- fontes celulares diferentes;
- quantidades celulares diferentes;
- métodos distintos de processamento;
- pacientes com graus diferentes de artrose;
- aplicações únicas ou múltiplas;
- controles diferentes;
- técnicas laboratoriais diferentes.
Por isso, não é possível transformar todos esses estudos em uma conclusão simples do tipo:
“funciona” ou “não funciona”.
A resposta mais correta é:
há sinais clínicos promissores em determinados grupos, mas ainda não existe um protocolo universal, padronizado e capaz de garantir resultado.
O que significa “células-tronco” em um tratamento ortopédico?
Aqui existe uma confusão muito comum.
Quando um paciente escuta que determinado procedimento utiliza “células-tronco”, pode imaginar que receberá uma população isolada e pura de células cultivadas em laboratório.
Isso nem sempre é verdade.
Procedimentos diferentes podem envolver materiais biologicamente muito distintos.
Entre eles estão:
Concentrado de aspirado de medula óssea
Conhecido pela sigla BMAC, esse material é obtido a partir de aspirado da medula óssea e depois concentrado.
Ele contém diversos componentes celulares, plaquetas, fatores biológicos e apenas uma pequena população de células estromais progenitoras.
Por isso, chamar BMAC simplesmente de “injeção de células-tronco” pode ser uma simplificação excessiva.
Estudos randomizados mostram que pacientes tratados com BMAC podem melhorar em relação ao estado inicial, mas revisões recentes não demonstraram superioridade clinicamente importante de forma consistente quando comparado a outras infiltrações.
E o tecido adiposo?
O tecido adiposo também contém populações celulares com potencial biológico.
Existem diferentes formas de processamento desse tecido e elas não são equivalentes.
Alguns estudos analisam células estromais derivadas do tecido adiposo isoladas e cultivadas; outros avaliam preparações celulares ou tecidos processados de maneiras diferentes.
Uma meta-análise publicada em 2026 encontrou melhora de dor e função em pacientes tratados com determinadas terapias celulares derivadas do tecido adiposo em comparação com controles inativos. Entretanto, os próprios autores destacam heterogeneidade entre os produtos, pouca evidência de longo prazo e ausência de demonstração consistente de modificação estrutural da doença.
Portanto:
“origem adiposa” também não descreve um tratamento único.
Medula óssea e tecido adiposo são a mesma coisa?
Não.
Embora ambos possam conter populações celulares de interesse para medicina regenerativa, diferem em:
origem;
composição celular;
forma de coleta;
processamento;
concentração dos componentes;
mecanismos biológicos;
protocolos estudados;
nível de evidência.
Por isso, dizer apenas:
“vou aplicar células-tronco”
é informação insuficiente.
O paciente deveria saber qual material será utilizado e exatamente como ele é preparado.
Terapia celular cultivada é diferente de concentrado celular
Sim — e essa diferença é particularmente importante do ponto de vista regulatório.
Células isoladas, expandidas ou cultivadas em laboratório podem ser classificadas como produtos de terapia avançada, submetidos a exigências específicas de pesquisa, fabricação, segurança, qualidade e registro.
A Anvisa informa que produtos de terapia celular avançada são medicamentos biológicos sujeitos a regulamentação própria.
Em alerta oficial, a Agência também informou que não havia produto à base de células-tronco cultivadas aprovado para uso populacional em condições ortopédicas, incluindo osteoartrite, dor no joelho e outras doenças musculoesqueléticas.
Portanto, é muito importante diferenciar:
pesquisa científica,
produto celular regulamentado,
concentrados autólogos,
e tratamentos comercializados de forma inadequada como “células-tronco”.
Qual é a situação no Brasil?
A regulação depende das características exatas do produto, grau de manipulação, finalidade e forma de utilização.
Produtos de terapia avançada seguem normas da Anvisa e, quando investigacionais, precisam cumprir exigências específicas de pesquisa clínica. A RDC 505/2021 estabelece regras para registro de produtos de terapias avançadas, enquanto a RDC 836/2023 disciplina boas práticas relacionadas a células humanas para uso terapêutico e pesquisa.
A própria Anvisa alerta contra a comercialização de produtos à base de células-tronco sem a devida autorização e recomenda cautela diante de promessas de tratamentos milagrosos.
Além disso, em 2026, quando o Conselho Federal de Medicina regulamentou o PRP para determinadas indicações osteomusculares, a norma deixou claro que não se deve adicionar células-tronco, concentrado de medula óssea ou gordura microfragmentada ao PRP, salvo dentro de pesquisa clínica aprovada ou diante de regulamentação específica.
Isso reforça um princípio importante:
PRP, BMAC, tecido adiposo e terapias celulares não são sinônimos.
Em quais pacientes os estudos têm mostrado resultados mais promissores?
Grande parte dos estudos clínicos envolve pacientes com osteoartrite sintomática do joelho, frequentemente em graus não terminais da doença.
Mas ainda não existe consenso universal que permita definir um “candidato ideal” baseado apenas no grau da radiografia.
Na prática científica, fatores relevantes incluem:
- gravidade da artrose;
- intensidade da dor;
- função;
- alinhamento do membro;
- peso corporal;
- força muscular;
- doenças associadas;
- tratamentos já realizados;
- presença de lesões associadas;
- expectativas do paciente.
Isso significa que duas pessoas com radiografias semelhantes podem ter indicações completamente diferentes.
O tratamento não deve ser determinado apenas por:
“grau 2” ou “grau 3”.
E na artrose muito avançada?
Esse é um ponto em que é preciso ter expectativas realistas.
Quando existe artrose avançada, perda importante do espaço articular, deformidade, dor incapacitante e grande perda de função, um tratamento biológico não deve ser vendido como equivalente a uma prótese de joelho quando existe indicação cirúrgica formal.
Os tratamentos possuem objetivos diferentes.
Uma terapia biológica pode tentar modular sintomas e o ambiente articular.
Uma prótese substitui superfícies articulares estruturalmente destruídas.
Por isso, a escolha não deve ser baseada no desejo de “evitar cirurgia a qualquer custo”.
Ela deve ser baseada em:
qual estratégia oferece maior benefício naquele estágio da doença.
Células-tronco podem evitar prótese de joelho?
Não existe evidência que permita garantir isso.
Se um paciente consegue controlar sintomas, recuperar função e manter qualidade de vida, é possível que uma prótese não seja necessária naquele momento.
Mas isso não significa que o tratamento celular tenha eliminado definitivamente a possibilidade de cirurgia futura.
A artrose continua sendo uma doença complexa e multifatorial.
Portanto, a promessa:
“faça células-tronco e nunca precisará colocar prótese”
não é cientificamente adequada.
Células-tronco substituem fisioterapia?
Não.
Mesmo quando um procedimento biológico produz melhora da dor, permanecem questões como:
- fraqueza muscular;
- mobilidade;
- controle neuromuscular;
- excesso de carga;
- condicionamento;
- peso corporal;
- biomecânica.
Por isso, exercício e fortalecimento continuam sendo componentes fundamentais do tratamento da artrose.
O procedimento, quando existe indicação, deve fazer parte de uma estratégia mais ampla.
Quais são os riscos?
O fato de um produto ser derivado do próprio organismo não significa que seja automaticamente isento de risco.
Dependendo da técnica, podem existir riscos associados a:
coleta de medula ou tecido adiposo;
dor e hematoma;
sangramento;
infecção;
reação inflamatória;
contaminação durante processamento;
aplicação inadequada;
ausência de benefício clínico;
custos elevados sem resultado proporcional.
Produtos celulares cultivados ainda exigem controles rigorosos de fabricação, identidade, qualidade, esterilidade e segurança.
A International Society for Stem Cell Research alerta que tratamentos celulares não comprovados podem gerar danos físicos, emocionais e financeiros, e recomenda atenção especial a clínicas que oferecem a mesma “terapia com células-tronco” para uma grande variedade de doenças sem evidência robusta.
Como reconhecer uma promessa exagerada?
Alguns sinais deveriam aumentar a cautela.
Promessas como:
“regenera 100% da cartilagem”;
“resultado garantido”;
“substitui qualquer cirurgia”;
“serve para todos os graus de artrose”;
“não tem risco porque vem do próprio paciente”;
não refletem a incerteza existente na literatura científica.
Também é importante desconfiar quando o mesmo procedimento é oferecido para inúmeras doenças completamente diferentes sem explicação sobre mecanismo, evidência ou protocolo.
A ISSCR recomenda que tratamentos com células-tronco sejam avaliados por pesquisas clínicas rigorosas e por órgãos reguladores antes de serem considerados terapias estabelecidas.
Que perguntas o paciente deveria fazer?
Antes de considerar qualquer procedimento vendido como “tratamento com células-tronco”, é importante entender:
- Qual material exatamente será utilizado?
- Ele vem da medula óssea, gordura ou outra fonte?
- É tecido minimamente processado, concentrado celular ou células cultivadas?
- Qual é a regulamentação aplicável a esse procedimento?
- Existe estudo clínico para a doença que eu tenho?
- Qual é o benefício esperado: dor, função ou regeneração estrutural?
- Quais são os riscos?
- Quais alternativas existem?
- O que acontece se eu não responder ao tratamento?
- Existe indicação cirúrgica que não deveria ser postergada?
Essas perguntas ajudam a separar ciência de marketing.
Como saber se você é candidato a um tratamento biológico?
A decisão começa pelo diagnóstico.
O médico precisa avaliar:
qual é o grau da artrose;
quanto o joelho perdeu de função;
se há deformidade;
como está o alinhamento;
se existem lesões de menisco, ligamentos ou cartilagem;
qual é o nível de atividade do paciente;
quais tratamentos já foram realizados;
qual é o objetivo realista.
Ou seja:
o candidato ideal não é simplesmente quem deseja fazer o procedimento.
É quem possui um quadro no qual existe uma relação razoável entre evidência, indicação, risco e benefício.
Por que o estágio da doença importa?
Uma articulação com pequenas alterações degenerativas possui contexto completamente diferente de um joelho com:
- deformidade importante;
- perda quase total do espaço articular;
- grande limitação;
- dor incapacitante;
- falha de diversos tratamentos anteriores.
Quanto mais avançada a destruição estrutural, menor tende a ser a capacidade de um procedimento biológico isolado solucionar o problema mecânico.
Isso não significa que a radiografia seja o único fator.
Mas significa que estrutura e função precisam ser analisadas juntas.
O papel da medicina regenerativa deve ser o de substituir cirurgia?
Não necessariamente.
A medicina regenerativa pode ocupar diferentes papéis:
em alguns pacientes, pode integrar um tratamento conservador;
em outros, pode atuar como abordagem adjuvante;
e, em determinados estágios avançados, pode não oferecer benefício suficiente para substituir uma cirurgia estruturalmente necessária.
O objetivo da ortopedia não deveria ser:
evitar cirurgia sempre.
Nem:
operar todos os casos.
O objetivo é utilizar a estratégia mais adequada para cada fase da doença.
Medicina regenerativa no joelho em Recife
Pacientes com artrose, dor persistente ou outras lesões do joelho em Recife podem realizar avaliação com o Dr. Romero Lins para compreender quais opções de tratamento possuem indicação real para o seu caso.
O Dr. Romero atua com joelho, quadril, artrose, medicina regenerativa, tratamentos não cirúrgicos e cirurgia, o que permite avaliar alternativas de preservação articular e também reconhecer quando uma cirurgia passa a ser a opção mais adequada. O site profissional apresenta atuação nessas áreas e atendimento em Recife.
A consulta não deve começar pela escolha de um produto ou de uma aplicação.
Deve começar pela pergunta:
“Qual é realmente o problema deste joelho?”
A partir daí, é possível discutir opções com expectativas realistas.
Perguntas frequentes sobre células-tronco no joelho
Células-tronco curam artrose?
Não existe evidência suficiente para afirmar que terapias celulares curam a artrose ou reconstroem integralmente uma articulação degenerada.
Células-tronco regeneram cartilagem?
Há estudos experimentais e clínicos investigando efeitos estruturais, mas a evidência disponível ainda não permite garantir regeneração significativa de cartilagem normal.
Tratamentos celulares podem melhorar a dor?
Alguns estudos randomizados e meta-análises identificam melhora de dor e função em determinados pacientes, mas os protocolos e produtos variam bastante.
Medula óssea é célula-tronco?
A medula óssea contém diferentes tipos celulares. O concentrado de aspirado de medula óssea, ou BMAC, é um produto heterogêneo e não deve ser entendido como uma preparação pura de células-tronco.
BMAC funciona para artrose?
Estudos mostram melhora clínica em alguns pacientes, mas revisões de ensaios randomizados ainda não demonstraram superioridade clinicamente relevante consistente em comparação com outras infiltrações.
Tecido adiposo e células-tronco são a mesma coisa?
Não. O tecido adiposo contém diferentes populações celulares, e existem várias formas de processamento. Preparações derivadas de gordura não são todas equivalentes.
Células-tronco são aprovadas para artrose no Brasil?
A Anvisa alertou que não há produto à base de células-tronco cultivadas aprovado para uso populacional em condições ortopédicas como osteoartrite e dor no joelho. A situação regulatória de procedimentos celulares depende das características específicas do produto e da forma de processamento.
Quem tem artrose grau 4 pode fazer?
O grau radiográfico sozinho não determina a conduta. Em doença avançada com dor intensa, deformidade e grande perda funcional, é necessário avaliar se uma estratégia biológica possui benefício real ou se existe indicação cirúrgica.
Células-tronco evitam prótese?
Não é possível garantir. A necessidade de prótese depende da evolução da doença, sintomas, função e resposta aos tratamentos.
Conclusão: ciência promissora não é o mesmo que promessa
As terapias celulares estão entre as áreas mais interessantes da pesquisa em ortopedia e medicina regenerativa.
Há estudos demonstrando sinais de melhora clínica.
Há pesquisas sérias avaliando novas formas de modular o ambiente articular.
Mas existe uma diferença importante entre:
tratamento promissor
e
tratamento comprovado como solução definitiva.
A ciência atual ainda não permite prometer que células-tronco reconstruirão completamente a cartilagem, curarão a artrose ou eliminarão a necessidade de cirurgia em todos os pacientes.
Também não permite tratar todos os produtos celulares como se fossem iguais.
Medula óssea, tecido adiposo, células cultivadas e outros concentrados possuem características, evidências e exigências regulatórias diferentes.
O nome do tratamento é menos importante do que a indicação correta, a qualidade da evidência e a transparência sobre seus limites.
E essa talvez seja a principal mensagem para quem pesquisa “células-tronco no joelho”:
esperança e inovação têm lugar na medicina — mas precisam caminhar junto com ciência, regulamentação e expectativas realistas.
Sobre o autor
Dr. Romero Antunes Barreto Lins
Ortopedista e traumatologista — CRM-PE 19.054 | RQE 2.574
Ortopedista com atuação em cirurgia do joelho, cirurgia do quadril, artrose, lesões articulares e medicina regenerativa, integrando tratamentos clínicos, procedimentos minimamente invasivos e alternativas cirúrgicas de acordo com o diagnóstico e o estágio da doença.
Sua atuação inclui avaliação de pacientes com artrose, preservação articular, procedimentos guiados por ultrassom e cirurgia de joelho e quadril. O site profissional apresenta atendimento presencial em Recife e por teleconsulta.
Atendimento presencial em Recife e por teleconsulta.
Publicado em: outubro de 2026
Revisão médica: Dr. Romero Lins
Última atualização: outubro de 2026
Este artigo possui caráter educativo e não substitui consulta, exame físico, análise de exames ou orientação médica individualizada.


