
Quando uma pessoa descobre uma lesão ou recebe o diagnóstico de artrose no joelho ou no quadril, uma das primeiras dúvidas costuma ser:
“Ainda dá para tratar sem cirurgia ou chegou a hora de operar?”
Com o avanço dos tratamentos ortopédicos e da medicina regenerativa, essa pergunta se tornou ainda mais frequente.
De um lado, existem tratamentos conservadores, fisioterapia, fortalecimento, controle dos fatores de sobrecarga, infiltrações e procedimentos biológicos.
Do outro, existem diferentes possibilidades cirúrgicas — desde procedimentos que procuram preservar estruturas até próteses destinadas às articulações já gravemente comprometidas.
Mas a decisão raramente deveria ser reduzida a:
medicina regenerativa OU cirurgia.
Em muitos casos, elas representam etapas diferentes de um mesmo plano de tratamento.
E a decisão não depende apenas da radiografia ou da ressonância.
É preciso considerar o diagnóstico, os sintomas, a função, o grau de comprometimento estrutural, os tratamentos já realizados e, principalmente, o impacto da doença na vida daquele paciente.
As diretrizes do NICE para osteoartrite de joelho, quadril e outras articulações orientam que a decisão sobre encaminhamento para substituição articular considere dor, rigidez, perda funcional, deformidade, qualidade de vida e resposta ao tratamento não cirúrgico — e não simplesmente uma pontuação numérica do grau da doença.
Medicina regenerativa e cirurgia não são necessariamente tratamentos concorrentes
Existe uma ideia de que o paciente precisa “escolher um lado”.
Ou tenta preservar a articulação com medicina regenerativa ou aceita uma cirurgia.
Na prática, não funciona dessa forma.
Uma pessoa pode começar com exercício terapêutico, fortalecimento, controle do peso e outras medidas conservadoras. Dependendo do diagnóstico, pode haver espaço para determinados procedimentos intervencionistas ou biológicos.
Se a doença evoluir e a articulação passar a apresentar comprometimento estrutural significativo, a cirurgia pode ganhar importância.
E mesmo quando existe indicação cirúrgica, a reabilitação continua sendo parte fundamental do tratamento.
Por isso, o objetivo não é defender uma técnica em detrimento da outra.
É descobrir:
Qual abordagem oferece maior benefício para este paciente, nesta articulação e neste momento da doença?
O que é medicina regenerativa na ortopedia?
“Medicina regenerativa” é um termo amplo.
Ele não representa um único tratamento e não significa necessariamente que uma estrutura desgastada será reconstruída integralmente.
Na ortopedia, diferentes estratégias biológicas podem ser estudadas ou utilizadas com objetivos como melhorar sintomas, modular determinados processos biológicos e favorecer condições para recuperação funcional.
Um dos exemplos mais conhecidos é o PRP — Plasma Rico em Plaquetas.
No Brasil, desde julho de 2026, o Conselho Federal de Medicina regulamenta especificamente o PRP como tratamento médico adjuvante para osteoartrite do joelho, reparo meniscal, discopatia lombar e epicondilite lateral. A resolução determina expressamente que ele não substitui tratamento clínico, reabilitacional, intervencionista ou cirúrgico indicado para o caso.
Essa informação também mostra por que é importante não colocar todos os tratamentos e todas as articulações no mesmo grupo.
Uma evidência ou regulamentação existente para o joelho não pode simplesmente ser extrapolada para o quadril.
A osteoartrite de quadril, por exemplo, possui suas próprias evidências e recomendações. A AAOS considera que a fisioterapia pode melhorar dor e função em pessoas selecionadas com artrose leve a moderada do quadril; sua diretriz também não recomenda ácido hialurônico intra-articular para artrose sintomática do quadril, mostrando como tratamentos semelhantes podem ter recomendações diferentes conforme a articulação.
O que a medicina regenerativa pode fazer?
Em pacientes corretamente selecionados, determinados tratamentos biológicos podem fazer parte de uma estratégia para reduzir sintomas e melhorar a função.
Isso pode permitir que o paciente volte a caminhar melhor, participe da fisioterapia, fortaleça a musculatura e recupere atividades que estavam limitadas pela dor.
Mas existe uma diferença importante entre:
melhorar o ambiente biológico e os sintomas
e
corrigir mecanicamente uma articulação muito danificada.
A medicina regenerativa não deve ser apresentada como capaz de corrigir qualquer deformidade, reconstruir automaticamente cartilagem severamente destruída ou substituir uma articulação que já apresenta indicação formal de prótese.
Da mesma maneira, não é adequado garantir que determinado tratamento irá “parar a artrose”.
Medicina regenerativa consegue regenerar a cartilagem?
Essa é uma das perguntas mais importantes.
O termo “regenerativa” pode criar no paciente a expectativa de que um joelho ou quadril desgastado será reconstruído até voltar ao estado original.
Essa promessa não deve ser feita.
Existem pesquisas avaliando efeitos biológicos e estruturais de diferentes tratamentos, mas os resultados clínicos variam e dependem da técnica, da doença e do paciente.
No caso do PRP, por exemplo, a regulamentação brasileira define seu uso como adjuvante e exige diagnóstico e avaliação individualizada antes da indicação.
Portanto, a conversa deve ser muito mais sobre:
dor, mobilidade, função, qualidade de vida e objetivos terapêuticos
do que sobre uma promessa de “criar uma cartilagem nova”.
Artrose leve ou moderada: cirurgia costuma ser o primeiro caminho?
Na maioria das vezes, não.
Em pessoas com osteoartrite, os pilares iniciais incluem informação sobre a doença, exercício terapêutico adaptado e controle do peso quando aplicável. O NICE considera exercício e manejo do peso, quando necessário, tratamentos fundamentais da osteoartrite.
Isso vale particularmente para as grandes articulações de carga, como joelho e quadril.
Fortalecimento muscular, mobilidade, condicionamento e adequação da atividade podem produzir melhora importante mesmo quando já existem alterações nos exames.
Dependendo do caso, outras estratégias podem ser associadas.
O importante é que o tratamento conservador não seja entendido como simplesmente “esperar”.
Tratamento conservador é tratamento ativo.
O exame mostrou artrose. Isso significa que preciso operar?
Não.
O exame é importante, mas não deve ser interpretado isoladamente.
Duas pessoas podem apresentar radiografias parecidas e viver situações completamente diferentes.
Uma pode caminhar, trabalhar, viajar e realizar suas atividades com sintomas controlados.
A outra pode apresentar dor intensa, perda progressiva da mobilidade e grande impacto sobre sua independência.
Por isso, diretrizes atuais recomendam que a decisão sobre substituição articular seja baseada em avaliação clínica, sintomas, função e qualidade de vida, e não somente em uma classificação radiográfica.
Essa talvez seja uma das mensagens mais importantes deste artigo:
O médico trata o paciente, não apenas a imagem.
O que a cirurgia consegue fazer que a medicina regenerativa não consegue?
Existem problemas predominantemente estruturais ou mecânicos que tratamentos biológicos não conseguem corrigir.
Dependendo da doença e da articulação, uma cirurgia pode corrigir deformidades, restaurar estabilidade, reparar determinadas estruturas ou substituir superfícies articulares severamente comprometidas.
No joelho, por exemplo, podem existir indicações completamente diferentes para reconstrução ligamentar, reparo de menisco, osteotomia ou prótese.
No quadril, também existem procedimentos preservadores para doenças específicas e situações nas quais a artroplastia total passa a oferecer uma solução mais adequada.
Portanto, dizer simplesmente “cirurgia” também é muito genérico.
Uma cirurgia de preservação articular é completamente diferente de uma prótese.
Quando a cirurgia começa a ganhar importância?
A discussão sobre cirurgia se torna mais relevante quando os sintomas e as alterações estruturais começam a comprometer de maneira significativa a vida da pessoa.
Na osteoartrite de joelho ou quadril, isso pode acontecer quando dor, rigidez, perda de função ou deformidade prejudicam substancialmente a qualidade de vida e as opções não cirúrgicas adequadamente conduzidas já não estão oferecendo controle suficiente. Esse é também o princípio utilizado pelo NICE para considerar encaminhamento para substituição articular.
Isso não significa que todo paciente nessas condições obrigatoriamente será operado.
Significa que a possibilidade de cirurgia precisa ser discutida de maneira realista.
Artrose avançada significa prótese obrigatoriamente?
Não obrigatoriamente.
Uma imagem de artrose avançada aumenta a relevância da discussão cirúrgica, especialmente quando existe grande limitação funcional.
Mas a decisão continua sendo clínica.
É preciso analisar quanto o paciente sofre, quanto perdeu de mobilidade, quais atividades foram abandonadas, quais tratamentos já foram tentados e qual expectativa existe em relação ao resultado.
Da mesma forma, idade isolada, peso ou simplesmente um “grau” radiográfico não deveriam ser os únicos elementos definidores da indicação. O NICE recomenda explicitamente não excluir pessoas do encaminhamento para prótese apenas por idade, sexo, tabagismo, comorbidades ou excesso de peso.
E a prótese de joelho ou quadril?
A prótese é uma ferramenta destinada principalmente aos casos em que existe comprometimento articular suficientemente importante para justificar a substituição das superfícies articulares.
Ela não deve ser vista como um fracasso da medicina regenerativa.
Também não deveria ser encarada automaticamente como a primeira escolha simplesmente porque existe artrose.
Quando bem indicada, a artroplastia tem outro objetivo: tratar uma articulação cuja alteração estrutural e impacto funcional chegaram a um estágio em que medidas de preservação já não oferecem a solução necessária.
É uma mudança de indicação, e não uma competição entre tratamentos.
Nem sempre é “regenerativa OU cirurgia”
Essa é uma das ideias mais importantes do carrossel e vale aprofundá-la no blog.
O cuidado ortopédico frequentemente envolve uma combinação de estratégias ao longo do tempo.
Um paciente pode realizar tratamento conservador, melhorar força e mobilidade, receber um procedimento quando indicado e continuar sendo acompanhado.
Outro pode precisar de uma cirurgia estrutural e, depois, de uma reabilitação planejada.
Existem ainda situações específicas nas quais tratamentos biológicos são utilizados como adjuvantes de procedimentos cirúrgicos. A própria regulamentação brasileira do PRP inclui o uso no reparo meniscal, deixando claro, contudo, que ele não substitui a técnica cirúrgica, a estabilização ou a reabilitação necessárias.
Por isso, muitas vezes a pergunta mais correta não é:
“Qual tratamento é melhor?”
Mas:
“Qual tratamento é necessário agora e qual poderá ser necessário depois?”
Joelho e quadril precisam ser tratados da mesma maneira?
Não.
Mesmo que ambas sejam grandes articulações de carga, joelho e quadril possuem anatomia, biomecânica e possibilidades de tratamento diferentes.
| Situação | Joelho | Quadril |
|---|---|---|
| Artrose inicial/intermediária | Exercício, fortalecimento, manejo de carga e outras estratégias conforme indicação | Exercício, fisioterapia e manejo dos fatores associados |
| Procedimentos intra-articulares | Dependem do diagnóstico; PRP possui regulamentação específica para osteoartrite do joelho no Brasil | Evidências e regulamentações precisam ser avaliadas especificamente; não se deve extrapolar a indicação do joelho |
| Problemas estruturais | Menisco, ligamentos, alinhamento e cartilagem podem exigir abordagens específicas | Impacto femoroacetabular, labrum e outras alterações possuem estratégias próprias |
| Artrose avançada incapacitante | Pode levar à discussão de prótese parcial ou total conforme o caso | Pode levar à discussão de artroplastia total do quadril |
| Decisão cirúrgica | Sintomas + função + estrutura + objetivos | Sintomas + função + estrutura + objetivos |
A AAOS, por exemplo, possui diretrizes específicas para osteoartrite do quadril, reforçando que as recomendações não devem ser tratadas como se toda articulação respondesse da mesma maneira.
O maior erro é esperar demais?
Eu mudaria um pouco essa frase do carrossel.
Esperar não é necessariamente um erro.
Em muitos pacientes, acompanhar a evolução enquanto se realiza tratamento conservador é exatamente a conduta adequada.
O problema é esperar sem tratar, sem acompanhar e sem reavaliar, especialmente quando a dor, a deformidade ou a perda funcional estão progredindo.
Não existe uma regra universal dizendo que “quanto mais tempo esperar, menos opções existirão”.
O que existe é a necessidade de reavaliar quando o plano não está funcionando.
O próprio NICE recomenda que pacientes procurem nova avaliação quando a estratégia acordada não estiver funcionando no período previsto.
Por isso, eu substituiria a mensagem “não espere” por algo mais preciso:
Não normalize uma piora progressiva da dor e da função sem reavaliar o tratamento.
Como saber qual é o melhor caminho?
Nenhum exame, isoladamente, consegue responder.
O médico precisa juntar informações diferentes.
Eu resumiria a decisão em quatro pilares:
Exames: mostram desgaste, alinhamento, cartilagem, ossos, meniscos, labrum, ligamentos e outras estruturas.
Sintomas: mostram como a doença está se manifestando naquele paciente.
Limitações: revelam o impacto real — caminhar, trabalhar, dormir, subir escadas, dirigir, praticar exercícios ou realizar tarefas simples.
Objetivos pessoais: determinam o que aquela pessoa precisa recuperar.
Essa combinação é muito mais importante do que procurar um único número no laudo.
Como o Dr. Romero avalia se o melhor caminho é preservar ou operar?
Essa é uma seção que eu incluiria justamente para acrescentar experiência clínica própria ao conteúdo, algo importante tanto para o paciente quanto para a autoridade do artigo.
Na avaliação, o objetivo não é começar perguntando:
“Qual procedimento vamos fazer?”
Primeiro é preciso entender:
“Qual é realmente o problema?”
O Dr. Romero avalia tanto alternativas de preservação articular e medicina regenerativa quanto as possibilidades cirúrgicas do joelho e do quadril.
Isso permite que a decisão seja construída a partir do diagnóstico, em vez de o diagnóstico ser adaptado ao tratamento que o paciente já chegou procurando.
O site profissional do Dr. Romero apresenta atuação em cirurgias do joelho e quadril, medicina regenerativa, procedimentos guiados por ultrassom e tratamentos minimamente invasivos, além de formação e participação em entidades da área.
Medicina regenerativa, joelho e quadril em Recife
Pacientes com dor articular, artrose ou lesões de joelho e quadril em Recife podem realizar avaliação com o Dr. Romero Lins para compreender quais possibilidades fazem sentido em cada estágio da doença.
A vantagem de uma avaliação que engloba tanto tratamento conservador quanto cirurgia é poder discutir diferentes caminhos sem partir da premissa de que todos precisam de um procedimento regenerativo ou que todos precisam ser operados.
O Dr. Romero atua com tratamentos clínicos, medicina regenerativa, procedimentos guiados por ultrassom e cirurgia de joelho e quadril, permitindo avaliar de maneira integrada as opções disponíveis. Seu site oficial informa atendimento em Recife e atuação nessas áreas.
Essa seção também nos ajuda naturalmente com pesquisas locais como:
medicina regenerativa em Recife, ortopedista de joelho em Recife e ortopedista de quadril em Recife, sem repetir essas expressões artificialmente ao longo do artigo.
Perguntas frequentes
Toda artrose precisa de cirurgia?
Não. Muitas pessoas com artrose podem controlar sintomas e manter boa função com exercício, fortalecimento, manejo do peso quando necessário e outras medidas não cirúrgicas. A cirurgia ganha maior relevância quando dor, rigidez, deformidade ou perda funcional passam a comprometer significativamente a qualidade de vida e o tratamento não cirúrgico deixa de ser suficiente.
Medicina regenerativa pode evitar uma prótese?
Não é possível garantir. Se o paciente consegue controlar sintomas e manter função, uma prótese pode não ser necessária naquele momento. Isso é diferente de afirmar que um tratamento regenerativo impedirá definitivamente uma cirurgia futura.
PRP pode ser usado tanto no joelho quanto no quadril?
Não se deve extrapolar automaticamente. A Resolução CFM nº 2.464/2026 regulamenta o PRP para osteoartrite do joelho, reparo meniscal, discopatia lombar e epicondilite lateral; osteoartrite do quadril não está entre essas indicações regulamentadas nessa resolução.
A radiografia define quando é hora de colocar prótese?
Não isoladamente. A decisão considera sintomas, função, impacto na qualidade de vida, deformidade, tratamentos anteriores e avaliação clínica.
Quem tem artrose avançada ainda pode fazer fisioterapia?
A indicação depende do caso, mas exercício, força e função continuam importantes. Inclusive pacientes que posteriormente realizarão uma cirurgia podem se beneficiar de estratégias de condicionamento e reabilitação adequadas.
Prótese significa que o tratamento conservador falhou?
Não necessariamente. Muitas vezes significa apenas que a necessidade do paciente mudou porque a doença chegou a um estágio em que a correção estrutural passa a oferecer um benefício que tratamentos não cirúrgicos não conseguem fornecer.
Conclusão: preservar quando é possível, operar quando é necessário
Nem toda dor articular precisa de cirurgia.
Mas também é verdade que nem toda articulação severamente comprometida pode ser tratada indefinidamente apenas com medidas de preservação.
Medicina regenerativa e cirurgia não deveriam ser tratadas como adversárias.
Cada uma ocupa um lugar diferente dentro da ortopedia.
O tratamento adequado começa por compreender:
qual estrutura está comprometida, quanto isso está limitando o paciente, o que já foi tentado e qual resultado aquela pessoa precisa alcançar.
Em alguns momentos, preservar a articulação é a estratégia mais adequada.
Em outros, uma cirurgia pode devolver algo que tratamentos conservadores já não conseguem recuperar.
E existem pacientes cuja trajetória inclui diferentes abordagens em momentos diferentes.
O melhor tratamento não é o mais novo, o mais tecnológico ou o mais invasivo. É aquele que possui indicação adequada para aquele paciente, naquela articulação e naquele momento.
Sobre o autor
Dr. Romero Antunes Barreto Lins
Ortopedista e traumatologista — CRM-PE 19.054 | RQE 2.574
Ortopedista com atuação especializada em cirurgias do joelho e do quadril, artrose, lesões articulares e medicina regenerativa, associando tratamentos clínicos, procedimentos minimamente invasivos e técnicas cirúrgicas de acordo com o diagnóstico e o estágio da doença.
Possui atuação em cirurgia do joelho e do quadril, procedimentos guiados por ultrassom e medicina regenerativa. É membro titular da SBOT, membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia do Joelho (SBCJ) e da International Society for Hip Arthroscopy (ISHA), além de atuar como preceptor de residência médica.
Atendimento presencial em Recife e por teleconsulta.
Publicado em: setembro de 2026
Revisão médica: Dr. Romero Lins
Última atualização: setembro de 2026
Este artigo possui caráter educativo e não substitui consulta, exame físico, análise dos exames ou orientação médica individualizada.


